Autoestima: como saber se a minha é baixa?

Atualizado: 10 de Out de 2018



A forma como nos vemos e o valor que nos damos diz muito sobre nós mesmos e se reflete em todos os aspectos da nossa vida. Essa maneira de nos enxergarmos é chamada de autoestima e, quando ela está em baixa, pode afetar negativamente nossos relacionamentos, carreira e, em alguns casos, até evoluir para um quadro de depressão.


O sentimento de que valemos pouco está profundamente ligado à auto aceitação e ao autoconhecimento. Ou seja, pessoas com autoestima baixa têm dificuldade de reconhecer os próprios erros e de valorizar suas qualidades, tornando-se profundamente inseguras e buscando constantemente a aprovação dos outros.


Neste artigo, trazemos alguns dos principais sinais desse sentimento para que você identifique se tem autoestima baixa e, caso tenha, algumas sugestões para você tentar reverter essa situação.


Sintomas da autoestima baixa

Por ser um sentimento, e não uma doença, não há um diagnóstico para autoestima baixa. Mas há características comuns às pessoas que sofrem com ela. Confira abaixo e veja se você reconhece algum deles.


Pouca autoconfiança

Pessoas com autoestima baixa dificilmente confiam na sua própria opinião e têm medo de enfrentar desafios. Isso acontece, sobretudo, porque elas não se conhecem bem e, portanto, não sabem quais são as suas características e seus pontos fortes.




Necessidade de agradar as pessoas

A preocupação excessiva com o que os outros vão pensar leva a pessoa a fazer de tudo para agradar os demais, deixando de lado os seus próprios desejos. Além de manter a autoestima em baixa, essa atitude é muito desgastante e tende a piorar o estresse e a ansiedade.


Sentimento de inferioridade

Quem tem autoestima baixa costuma achar que não é boa o bastante ou que é incapaz de conseguir o que quer. Além disso, é comum que essas pessoas constantemente se comparem aos outros, tendo sempre a sensação de que estão um passo atrás.


Ideias para elevar a autoestima

Se a sua autoestima está em baixa, algumas atitudes podem ajudar a elevá-la um pouco, veja abaixo.


Faça uma autoavaliação para identificar as causas

A autoestima baixa pode começar em qualquer fase da vida. Na infância, ela nasce normalmente quando a criança não é ouvida ou tem falta de empatia por parte da família. 


Já na adolescência é comum que ela apareça como parte de um sentimento de falta de pertencimento e, na vida adulta, por conta de padrões estéticos e sociais inalcançáveis. Ela pode estar ligada, também, às insatisfações com fatores menores, como um pequeno sobrepeso ou um ambiente de trabalho que causa muitas frustrações.


Evite comparar-se com os outros

Se você precisa sempre ter outra pessoa como referência para sentir-se bem, é porque não está olhando para si mesmo. Entenda as suas qualidades e o seu momento de vida, pois é a partir desse autoconhecimento que você poderá se desenvolver e conquistar o que deseja.


Mude o rumo das situações

Uma vez identificadas as causas da autoestima baixa, você pode avaliar se é possível fazer algo para mudar a situação. Se o motivo for profissional, é possível conversar com o seu chefe ou mudar de emprego. Se for no relacionamento, pode tentar resolver as coisas com o seu parceiro ou até partir para outra.


Já se esse sentimento tiver como causa principal alguma insatisfação com o seu corpo, vale começar cuidando mais da alimentação e do seu físico. Em algumas situações, é possível até mesmo fazer uma cirurgia estética. É o caso das pessoas que têm orelhas em abano (proeminentes), que podem recorrer à otoplastia para corrigir o problema.


É importante ressaltar, porém, que a autoestima baixa carrega uma série de questões internas, portanto nem sempre as mudanças físicas serão suficientes para reverter por completo a situação. É um processo de autoconhecimento.

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Responsável técnico 

Dr. Marcelo S. Assis

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